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O fenômeno La Niña

     O fenômeno La Niña é o oposto do El Niño. Provoca o resfriamento
anormal (e não o aquecimento) das águas do Pacífico Equatorial Central
e Oriental.

Exemplo do La Niña. Anomalias de temperatura da superfície do mar
(TSM) observadas em dezembro de 1988. Valores em graus Celsius.
Fonte de dados: NCEP/NOAA-EUA. Elaboração: CPTEC/INPE.

     Normalmente, a temperatura das águas do mar, na superfície, nessa região,
fica em torno de 25º C. Durante o La Niña, cai para 23 ou 22º C. As águas
mais frias estendem-se numa faixa de largura de 10 graus de latitude ao
longo do equador desde a costa peruana até aproximadamente 180 graus
de longitude do Pacífico Central. Isso produz fortes mudanças na dinâmica
geral da atmosfera, alterando o comportamento climático. No La Niña, os
ventos alísios são mais intensos que o habitual.

     O fenômeno, quando ocorre, começa em meados do ano, torna-se mais
intenso no final e se dissipa em meados do ano seguinte. Mas pode durar
até dois anos.

     Sua intensidade também varia. Enquanto o El Niño apresenta um padrão
mais consistente, o La Niña tem maior variabilidade.

Exemplo de El Nino - Dezembro de 1997 e La Nina - Fevereiro de 2000

Conheça os efeitos do La Niña no Brasil:

      Passagens rápidas de frentes frias sobre a Região Sul, com tendência
de diminuição da precipitação nos meses de setembro a fevereiro,
principalmente no Rio Grande do Sul.
     • Temperatura próximas da média climatológica ou ligeiramente abaixo
da média sobre a região Sudeste durante o inverno.
      Tendências de chuvas abundantes no Norte e Leste da Amazônia.
     Possibilidades de chuvas acima da média sobre a região semi-árida
do Nordeste do Brasil.